O I Colóquio Internacional
de poesia portuguesa moderna e contemporânea reuniu, na Faculdade de Letras da
UFMG, em Belo Horizonte ,
um seleto grupo de pesquisadores de Literatura Portuguesa, nos últimos
dias 18, 19 e 20 de abril. Promovido pelo Grupo de Estudos de Poesia Portuguesa Moderna e Contemporânea,
Centro de Estudos Portugueses da UFMG, Centro Federal de Educação Tecnológica
de MG (CEFET-MG), Departamento de Letras da UFOP, o evento propôs-se a discutir
um amplo rol de autores portugueses das últimas décadas.
A
proposta vem registrada no Caderno de
Resumos como “apresentar um panorama alargado da poesia portuguesa,
pensando-a como lugar de convergência e de dissonância de algumas linhas de
força que, em suas diferentes formas e metamorfoses, ao longo de todo o século
XX e já agora nestas duas décadas do século XXI, consolidam-na como um dos mais
vigorosos e inventivos discursos da lírica européia”.
No
meu caso, foi o momento imperdível de reencontrar os amigos Silvana Pessoa,
Raquel Madanêlo, Viviane Cunha, Jorge Fernandes da Silveira, Duarte Drumond
Braga, Luís Maffei, Roberto Pontes e Wagner Moreira. Tempo também de fazer novas amizades -
Joana Matos Frias, Jorge Valentim, Paulo Braz, Rosa Martelo, Sandro Ornellas. Tempo de lamentar a impossibilidade de conhecer ou rever, dentre outros, por
incompatibilidade de agenda, pessoas não menos queridas – Conceição Flores, Ida
Alves, Lélia Parreira Duarte, João Batista Santiago, Manaíra Aires Athayde.
Apresentei, na tarde do dia 19, o ensaio “António Franco Alexandre: os códigos
do mito e da modernidade”. Coordenei, na tarde do dia 20, uma mesa em que
foram apresentados abordagens críticas, interpretações e debates sobre os poetas Ana
Luísa Amaral, Chacal, Luíza Neto Jorge e Maria Gabriela Llansol, por Cláudia da Cruz Cerqueira, Gabriela F. de Abreu Carneiro, Tatiane da Costa Souza e Valéria Soares Coelho.
Entre os participantes, brasileiros e estrangeiros, muitos estudantes de graduação e de Pós. Apesar da vitalidade do setor, uma comissão do governo federal (petista) emite sucessivos pareceres favoráveis à eliminação da Literatura portuguesa do currículo nacional. "Pátria educadora"... Vai entender.
Entre os participantes, brasileiros e estrangeiros, muitos estudantes de graduação e de Pós. Apesar da vitalidade do setor, uma comissão do governo federal (petista) emite sucessivos pareceres favoráveis à eliminação da Literatura portuguesa do currículo nacional. "Pátria educadora"... Vai entender.

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