O periódico Movimento (1975 - 1981) marcou um período de revolta, indignação e resistência, diante da ditadura militar dos anos 70/80. Vocalizou as aspirações de várias frentes sociais - notadamente o proletariado urbano industrial. A partir dos anos 1980, passa a ser porta-voz de grupos de esquerda, em especial os sindicatos. Nos primeiros anos, manteve uma rubrica, na última página, Estórias Brasileiras, que acolheu inúmeros autores novos ou já consagrados, Hermilo Borba Filho, Hilda Hilst, Luiz Vilela, Manoel Lobato, Sergio Faraco, João Silvério Trevisan, Silvio Abreu, Aguinaldo Silva, Paulinho Assunção, Lucienne Samôr, Tania Faillace, dentre outros. Meu conto, "Imenso, cego, brutal", figurou na ed. 66, de 4 de outubro de 1976.

