Morreu há pouco, no Rio de Janeiro, o escritor Rubem Fonseca, a poucas semanas de completar 95 anos. Divulgada nas redes sociais, a morte teria ocorrido por infarto. Signatário de uma ficção realista e contundente, permeada de gírias, linguagem direta, violenta, teve problemas com a censura, que interditou os contos de Feliz ano novo. Arrebatou dezenas de prêmios nacionais e no exterior. Considerado o mais importante contista na atualidade, Rubem Fonseca deixa uma obra de grande relevância, em títulos marcantes de contos e romances: Os prisioneiros (1963), A coleira do cão (1965), Lúcia McCartney (1967), Feliz ano novo (1975) e O cobrador (1979) são os principais livros de contos. O caso Morel (1973); A grande arte (1983); Bufo e Spallanzani (1986); Vastas emoções e pensamentos imperfeitos (1988) e Agosto (1990) são os seus melhores romances.
(Imagem: odiarionet)
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