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quinta-feira, 27 de maio de 2010

Rever o sul


Voltar ao sul de Minas é sempre prazeroso, bairrismo à parte. O clima é agradável, a paisagem de montanhas impressiona, os nativos são educados, um pouco tímidos, como os mineiros em geral. Na época que antecede o inverno, então, o impacto é maior, as noites e manhãs são bastante frias, exigem complementos nas roupas, casacos ou blusas de lã. No inverno, é bom não esquecer o gorro, luva, meias de lá, cachecol, sobretudo. Botas para as mulheres.
Após dois anos, viajei de carro, pela Fernão Dias, a estrada está muito boa, bem sinalizada, limpa, sem mato nos acostamentos e canteiros centrais, no geral asfalto em bom estado, em raros trechos apenas com uma ou outra lombada. Não devia ser sempre assim? Devia, mas não é o que experimentamos há quatro anos atrás. Mais de dez anos atrás, não convém lembrar, era uma estrada antiga, estreita e perigosa, a 381. Também pudera! De Belo Horizonte até o trevo de Campanha, são quatro pedágios, a um real e dez centavos cada. Os usuários, na maioria, ficam satisfeitos, quando observam que há retorno para o investimento. Outra surpresa positiva: as rodovias estaduais, como a que liga as cidades do circuito das águas minerais, estão com asfalto impecável, sinalização renovada, coisa que não se via há muito tempo. A imagem é do belo Cassino de Lambari, debruçado às margens do lago, tendo ao fundo a Serra conhecida como Toca da Onça.

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