Morreu esta manhã em São Paulo a cantora Gal Costa, surpreendendo e entristecendo os brasileiros. No meu caso, sinto como se fosse uma pessoa do meu círculo. Sempre admirei a voz límpida, cristalina, afinada. Tive a honra de partilhar de sua presença luminosa, numa mesa no Stage Door, no teatro Marília, em Belo Horizonte, na década de 70. Altas horas de sábado, bar lotado, eis que Gal e uma amiga pedem licença para partilhar uma mesa em que estava com um amigo. Durou uns quarenta minutos. Foi demais. Minha homenagem está lá, no início do capítulo 4, do meu último romance, Suspiro seco.
(Foto: atribunarj.com.br)


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