O mês de agosto começou trazendo notícias tristes. No último dia 5, morreu José Eugênio Soares, Jô Soares, artista multifacetado, ator, comediante, profissional de teatro e de cinema, escritor, figura de destaque na televisão brasileira. Consagrou-se como humorista, de piadas inteligentes, refinadas e críticas, fez rir inúmeras gerações interpretando personagens hilários, em filmes e na televisão, em programas de grande popularidade, “Faça humor, não faça a guerra”, “Satiricom”, “Viva o Gordo”. Entrevistou personalidades nacionais e de além fronteiras, pessoas comuns e pitorescas, em números que ultrapassam doze mil pessoas. Como escritor, deixou romances de enredos marcantes e movimentados, sucesso de entretenimento e de vendas, O Xangô de Baker Street (1995), transformado em filme, O homem que matou Getúlio Vargas (1998), Assassinatos na Academia Brasileira de Letras (2005).

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