Morreu
esta manhã em Cambridge, onde morava, o cientista Stephen Hawking,
aos 76 anos. Matemático, físico e especialista de renome em
cosmologia, aos 21 anos foi diagnosticado portador de esclerose
lateral amiotrófica, com estimava médica de que morreria em breve.
A doença degenerativa não foi obstáculo a que prosseguisse em suas
pesquisas, desse aulas e escrevesse quinze livros de divulgação
científica. A imagem do pesquisador de ponta, recluso numa cadeira de
roda, era conhecida e respeitada em todo o mundo. Ocupou a cadeira de
Isaac Newton, como professor de matemática na Universidade de
Cambridge ao longo de três décadas, de 1979 a 2009, comunicando-se, nos últimos anos, através de um sintetizador de voz.
Casou
duas vezes, a primeira vez com a professora Jane Hawking, que
registrou em dois livros a vida com o cientista e lhe deu três filhos. Foi divulgada uma relação extra-conjugal da esposa,
no entanto consentida. A segunda, com a enfermeira Elaine Mason, acusada de ter abusado o marido, que preferiu não apresentar
queixa, reatando os laços com a mãe de seus filhos. Dentre os livros,
destacam-se A estrutura em grande escala do espaço-tempo (1973),
com George Ellis, Uma breve história do tempo (1988),
cuja venda atingiu mais de dez milhões de exemplares, Buracos
negros, universos bebês (1994), O universo numa casca de noz (2001).

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