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quarta-feira, 14 de março de 2018

Stephen Hawking (1942-2018)


     
                                                  (Imagem: pragmatismopolitico.com.br)


      Morreu esta manhã em Cambridge, onde morava, o cientista Stephen Hawking, aos 76 anos. Matemático, físico e especialista de renome em cosmologia, aos 21 anos foi diagnosticado portador de esclerose lateral amiotrófica, com estimava médica de que morreria em breve. A doença degenerativa não foi obstáculo a que prosseguisse em suas pesquisas, desse aulas e escrevesse quinze livros de divulgação científica. A imagem do pesquisador de ponta, recluso numa cadeira de roda, era conhecida e respeitada em todo o mundo. Ocupou a cadeira de Isaac Newton, como professor de matemática na Universidade de Cambridge ao longo de três décadas, de 1979 a 2009, comunicando-se, nos últimos anos, através de um sintetizador de voz.
      Casou duas vezes, a primeira vez com a professora Jane Hawking, que registrou em dois livros a vida com o cientista e lhe deu três filhos. Foi divulgada uma relação extra-conjugal da esposa, no entanto consentida. A segunda, com a enfermeira Elaine Mason, acusada de ter abusado o marido, que preferiu não apresentar queixa, reatando os laços com a mãe de seus filhos. Dentre os livros, destacam-se A estrutura em grande escala do espaço-tempo (1973), com George Ellis, Uma breve história do tempo (1988), cuja venda atingiu mais de dez milhões de exemplares, Buracos negros, universos bebês (1994), O universo numa casca de noz (2001).

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