Total de visualizações de página

quarta-feira, 23 de abril de 2014

Lançamento em clima festivo

      Com a presença de Fernando Pinto do Amaral, coordenador do Plano Nacional de Leitura, no âmbito do Ministério da Educação, amigos e vários intelectuais, lancei ontem na Casa da América Latina, em Lisboa, o livro Arquivo e rota das sombras. Bastante descontraído e bem humorado, o escritor e crítico Fernando Pinto do Amaral recordou os encontros, há quase vinte anos, à altura de minha investigação de doutorado realizada sob sua orientação em Portugal. Revelando leitura atenta do livro, o escritor destacou a noção de ensaio como demanda e procura, aliada à capacidade de buscar uma interpretação, sem perder de vista o contexto cultural, numa postura aisance, de intimidade com a literatura portuguesa e a coragem para abordar alguns tópicos. Salientou, ainda, a capacidade, sensível aos deslocamentos e oscilações, de efetuar nexo entre gerações, na órbita dos temas fundamentais tratados, em especial, a questão da identidade, o duplo e as máscaras, as pulsões da sexualidade, os fluxos verbais ligados à subjetividade e os temas multiculturais. Nas fotos, Hélder Moura Pereira, eu, Fernando Pinto do Amaral e Ozias L. Filho.





4 comentários:

  1. Caro escritor professor,
    que seu livro encontre a rota da luz! Viva!

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Obrigado, Terezinha. Sempre um raio de sol atravessa por entre sombras.

      Excluir
  2. Que posso dizer ao Mestre, eu, o "irmão menor as águas, irmão menor de todos os rios do mundo"? Que lhe posso oferecer além de caloroso aplauso e votos de sucesso? O reconhecimento de seu trabalho, meu caro, apenas começou. Melhores e mais altos lugares encontram-se reservados para a sua obra cada vez mais conhecida e respeitada. Parabéns, meu abraço poético e o costumeiro inté!

    ResponderExcluir
  3. Exagero seu. O livrinho é uma modesta contribuição à crítica literária, com foco na literatura portuguesa. Já você é um poeta já definitivamente incorporado ao cânone da poesia brasileira contemporânea. Abraço.

    ResponderExcluir